Depois de tomar café minha mãe queria passar onde tínhamos comprado o casaco de presente para ela, para pegar uma nota que a deixasse pegar a taxa de volta no aeroporto. Quando estávamos descendo a Baker Street até a loja nós passamos em frente a uma loja de óculos, e ela lembrou que precisava repor o que ela tinha perdido, então entramos na loja. Lá ela escolheu um que gostou e decidiu fazer um exame rápido, para fazer uma lente com o grau certo. Eu meu pai e minha irmã ficamos esperando enquanto ela fazia o exame, e deve ter demorado um pouco menos de meia hora. Ajustar a lente iria demorar mais um tempo, então continuamos até a outra loja. Lá ela pegou a nota que precisava, e eles foram dar uma volta para comprar um presente para o meu pai. Enquanto eles vasculhavam a loja escolhendo algo para o meu pai eu me sentei na parte de sapatos e fiquei escrevendo para o blog. Escrevi quase o post inteiro quando eles me chamara para ir embora.
Minha irmã queria passar em uma loja que ela queria ir a dias e só tinha descoberto o endereço naquela manhã. Fomos com ela até lá, mas eu e minha mãe começamos a voltar para casa. Iríamos para o cinema em pouco tempo e precisávamos adiantar algumas coisas. Meu pai ficou com a minha irmã e iria nos encontrar em casa. No caminho de casa eu e minha mãe buscamos o óculos dela, que já tinha ficado pronto. De manhã eu tinha botado as roupas delas para lavar, então quando chegamos em casa troquei da máquina de lavar para a de secar e logo depois meu pai chegou com a minha irmã. Deixamos ela em casa e pegamos um taxi até o cinema. Iríamos ver um filme chamado "Dreams of a Life". Não tinha idéia do que esperar o filme. Não sabia do que se tratava ou o que era, mas sabia que as críticas eram boas. Estava esperando ver uma ficção, mas era um documentário. Não consigo lembrar a última vez que gostei menos de um filme como desta vez. Não sei porquê fiquei tão revoltado com ele, mas eu não estava aguentando. O filme, dirigido por uma diretora chamada Carol Morley, trata da história de Joyce Vincent, que foi encontrada morta e decomposta no seu apartamento depois de três anos. O tópico poderia ser extremamente interessante, mas ao invés de explorar os lados interessantes, o filme explora o passado e a vida da personagem. Isso não seria um problema também, porém a vida dela é comum como a de qualquer outra pessoa. E aqui se encontra outro problema. Ao contar sua história passada, a diretora resolve dramatizar momento de sua vida. Para isso os piores atores foram escalados e tudo tem um ar extremamente amador, como um programa ruim feito para a TV. Para resumir, odiei o filme.
Saindo do cinema voltamos para casa buscamos a minha irmã, e fomos comer alguma coisa. Estava cedo, mas não tínhamos almoçado. Queríamos algo rápido e perto do apartamento, então levei eles para o GBK, e comemos Hamburgers. Eu gosto de lá, e o que é melhor ainda é o fato que eu pago 40% a menos. Meu único problema é que mais uma vez eles não tinham milkshake. Não só de creme, mas nenhum. Não consigo entender como isso pode acontecer, principalmente pelo restaurante ser ao lado de um supermercado. Acabou o sorvete? Compre sorvete! Meus pais iriam na ópera a noite, e eu já estava planejando em ir no cinema com a minha irmã. Saindo do GBK passamos em frente do cinema na esquina de casa e vimos que havia uma sessão em 20 minutos, então ficamos por lá. Antes do filme começar fiquei sentado nós sofás do cinema com a minha irmã e terminei de escrever para o blog. Vimos "Sherlock Holmes: A Game of Shadows", que não é nada de mais, mas nós nos divertimos.
Saindo do cinema andei até um café perto de casa e usei rapidamente o Wi-Fi deles para portar o blog. Quando voltamos para casa ficamos vendo TV antes de dormir. Meus pais chegaram da ópera antes da gente dormir.
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