Monday, October 31, 2011

Singapura - Phuket / Phuket - Dia 1.

Tinha ido dormir tarde, e acordei bem cedo para ir para o aeroporto. Dormi super pouco. Meu vôo era só as 8:00, mas eu gosto de chegar no aeroporto com antecedência para fazer tudo com calma. Além disso o check-in da minha campanhia aérea fechava 40 minutos antes do vôo. Para eu chegar no aeroporto a tempo eu teria que pegar o primeiro metrô, que saia as 6:00. Para chegar na estação eu iria demorar 20 minutos, e precisava chegar lá antes das 6, para comprar minha passagem e em caso do trem chegar antes do esperado. Portanto acordei bem cedo, tomei um banho, fiz o check-out do hotel e saí em direção ao metrô. Ainda estava escuro lá fora, e não havia ninguém na rua. Nenhum pedestre e quase nenhum carro. Cheguei na estação de metrô na hora que eu estava planejando, e ele chegou na hora certa. Quando cheguei no aeroporto faltava um pouco mais de uma hora para o vôo, e portanto um pouco mais de 20 minutos para o check-I'm fechar. Se a fila estivesse grande, isso poderia ser um problema. Mas não havia quase ninguém lá, então foi rápido. Tendo feito o check-in já fui para o portão de onde o avião iria sair. O sistema da aeroporto aqui é diferente do que qualquer um que já vi. Cada sala tem a sua própria sala de espera, e a sua mala só passa pelo raio-x quando você esta entrando nesta sala. Uma vez lá dentro você não sai mais. Não tinha nenhum banheiro lá dentro, mas por sorte eu já tinha ido ao banheiro antes de entrar nesta sala. Não demorou muito para começar o embarque.

O vôo foi bom e curto. O avião estava vazio, então mais uma vez ninguém se sentou do meu lado. Comecei a ler quando o vôo começou, mas eu estava muito cansado, então resolvi tentar dormir um pouco. Não tenho certeza por quanto tepo eu dormi de verdade, mas "acordei" quando avisaram que o avião estava pousando. Foi bem rápido passar pelo imigração em Phuket. Eu tinha combinado com o hotel que alguém iria me buscar Jô aeroporto, então procurei por ela depois de pegar minha mala, mas não achei. Troquei meu dinheiro e tentei sacar dinheiro mas não consegui. Odeio meu cartão. Quando saí do aeroporto encontrei a pessoa que estava me esperando. Era uma menina jovem. Entrei no carro e sentei na frente. O banco estava muito para frente, e quando eu tentei botar ele para trás eu quase quebrei o banco. Aqui na Tailândia, assim como eu quase todos os países que visitei até agora, o motorista se senta do lado direito da carro. Como eu sentei na frente acho que foi a primeira vez que me sentei na frente de um carro assim. Eu sentia que eu estava fazendo o carro andar sozinho. A menina me perguntou porque eu vim para a Tailândia sozinho, e que ela achava uma semana em Phuket bastante tempo. Depois disso a gente não se falo mais, e o resto da viagem foi silenciosa. Demoramos uns 40 minutos para chega no hotel. Ela me deixou na porta e foi embora. Fiz o check-in, mas o meu quarto ainda não estava pronto, então fiquei sentado na recepção usando a internet até me chamarem. Enquanto eu esperava eles me deram um suco de abacaxi que estava muito gostoso. Eu adoro suco de abacaxi. Demorou um poucoara meu quarto ficar pronto. O quarto é ótimo e lindo, com uma varanda que dá para a piscina do hotel.

Na demorei muito para me trocar para ir para a praia. O hotel é me frente da praia, então é rápido chegar nela. Deixei meu chileno e minha camiseta na areia e entrei no mar, que é translúlod, quente, e sem ondas. Perfeito. Fiquei um tempo lá e depois saí para andar um pouco pela praia. Não andei muito porquê pensei que não seria bom ficar andando sem protetor no sol do meio-dia. Então voltei parai hotel, peguei uma toalha, passei protetor, e voltei para a praia. Fiquei lá algumas horas, entre o mar e a areia tomando sol. Quando fiquei com fome fui comer na barraca que estava por perto. O pessoal que trabalhava lá ficou comentando sobre a minha barba. Um deles disse que eu era novo demais para ter ela, e que eu deveria cortar, e outro disse que adorava. Um outro ainda disse que achava que eue era o goleiro do Manchester United, que eu não tenho a menor idéia de quem é, ou como ele é. Eu já tinha decidido que hoje eu iria fazer minha barba, e disse isso a eles. Uns comemoraram, outro não. Depois de comer me deitei na areia e acabei dormindo. Acordei pouco tempo depois quando começou a chover, e eu decidi voltar para o hotel. Esta chuva não durou muito e eu facilmente poderia ter ficado na praia, mas tudo bem.

No hotel, passei um tempão imprtalizando minha barba com algumas fotos antes de fazer a barba, li um pouco, usei a internet, tomei um banho, e depois fui jantar. O jantar era um buffet com comidas tailandesas. Algumas coisas estavam muito boas, como um prato de camarão com legumes, e um arroz com abacaxi e castanhas. Outros não estavam bom como um porco com alho e pimenta. Tinha tanta cartilagem e osso neste porco que era quase impossível de comer. A sobremesa também era tailandesa, e eu peguei uma de cada. Elas eram muito estranhas, e uma delas me deixou com muito nojo. Não tinha a menor idéia do que elas eram feitas. Depois de comer voltei para o quarto e chegou a hora de fazer minha barba. Minha barba estava crescendo a mais de cinco meses, e eu não queria cortá-la, mas tinha prometido que iria antes de ir para Londres. Como vou tomar sol por aqui, se eu tomasse sol com a barba e depois tirasse ela, metade da minha cara iria estar bronzeada, e metade iria estar branca. Deu muito trabalho fazer a barba. Primeiro eu cortei tudo que consegui com uma tesoura, e depois usei uns giletes descartáveis que tinha pegado em alguns hotéis no Japão. Demorei quase duas horas para conseguir tirar tudo. Deixei meu bigode, e eu estou lindo!

Hoje era Halloween, e para comemorar esta data eu vi "The Nightmare Before Christmas" antes de dormir, que é um dos meus filmes favoritos. Teoricamente este é um filme de Natal, mas tudo bem. Já é o segundo ano que comemoro o Halloween vendo ele. Mas estava tão cansado que não consegui acabar de ver o filme, e dormi antes de acabar.








































Sunday, October 30, 2011

Singapura - Dia 2.

Tinha dormido tarde, então acordei bem cansado. Desliguei o despertador e continuei dormindo, mas não demorei para levantar denovo, pois sem o despertador era bem perigoso eu continuar dormindo até bem mais tarde. Levantei, tomei café, e voltei para o quarto usar a internet. Fiquei um tempão usando a internet, e como eu ainda não tinha escrito para o blog, tive que faze isso. Quando fiquei pronto para sair do hotel já era quase 1 da tarde.

Comecei o dia andando pelas barracas que ficam perto do hotel. Há diversas barracas e lojas vendendo besteiras perto do hotel, e eu precisava comprar cartões postais. Passei por algumas barracas que estavam vendendo cartões postais, mas não vi nenhum que eu queria. Continuei andando e acabei achando uma loja bem legal, que só vendia coisas do Tintim. Era a Tintim Store. Fiquei um tempo vendo tudo que eles tinham, que incluía algumas coisas bem legais. Depois de visitar esta loja continuei a procurar pelos cartões. Cheguei em uma loja de um indiano onde achei cartões mais legais. Ele vendia 5 cartões por 2 dólares, e cada um por 70 centavos. Eu só precisava de 4 cartões, e eu tentei convencer ele de me vender os 4 por 2 dólares, como se estivesse comprando 5, mas ele não quis deixar. Parecia que ele nem queria me vender os 4 cartões, nem pelo preço certo. Mas quando fui pagar um outro homem me atendeu, e ele me vendou os cartões pelo preço que eue queria. Perguntei se eles vendiam selos, e ele disse que sim, mas que só vendiam cinco de uma vez, ou nenhum. Além disso ele estava cobrando quase o dobro do preço do selo em sí. Reclamei, mas ele disse que era o único jeito, e que se eu não quisese que eu fosse comprar no correio pelo preço original. O problema é que sendo domingo os correios estavam fechados, então tive que aceitar o preço dele, e comprar um selo extra para nada. Pelo menos ele me vendeu os cartões por 2 dólares.

Com isso fora do caminho, não tinha muito mais idéia do que fazer. Andei até o Shopping perto do hotel onde tem várias lojas de bonecos e entrei lá. Estava acontecendo uma feira de bonecos e antigüidades. Dei uma volta e resolvi subir para o segundo andar, onde ainda não tinha ido. Chegando lá vi que haviam muitas outras lojas de bonecos que eu não tinha idéia que estavam lá. Não sei porque não tinha subido no outro andar nas outras vezes que estava lá, mas pelo menos pude ter esta surpresa desta vez. Visitei todas as lojas e vi muita coisa legal. Quando tiver minha furtuna vou morar em uma praia deserta na minha casa cheia de bonecos. O diretor Guillermo del Toro é famoso por ter duas casas, uma onde ele mora com sua família e outra onde ele guarda e expõe todos os seus bonecos, livros, pôsteres, esculturas, e coisas nerd. Quem sabe um dia posse ter uma "man cave" como a dele. Estava vendo uma barraca nesta feira de antigüidades e bonecos que estava vendendo cartões postainps antigos, e no meio deles eu encontrei três cartões que estavam "usados", datados dos anos 90 para alguém chamado Goh, de uma outra pessoa chamada Francisco Nob. Em uma delas o tal Francisco Nob lamentava a morte de uma filipina em uma prisão de Singapura, que pelo jeito era uma conhecida do tal Goh. Fiquei bem interessado nestes cartões. Depois de ver tudo que estava, vendendo por lá, e visitar todas as lojas de bonecos, fui até um outro Shopping, onde almocei.

Depois de comer andei até a Marina Bay, onde queria ir no Skypark do Marina Bay Sands. Era meio caro para subir neste observatório, mas como era meu último dia aqui, paguei e subi. Lá em cima o meu recêm adquirido medo de altura estava mais forte do que nunca. As barreiras era todas de vidro, e o chão era de madeira e esta rangendo. Isso somado ao vento que estava lá em cima estava me deixando com muito medo, eu não conseguia me mexer direito. Mas era muito lindo lá em cima, então aos poucos fui me acostumando. Há um hotel neste prédio, e neste Skypark, fica a psicina do hotel, a 200 metros de altura. A pscina é linda, mas eu não podia chegar até lá. Tanto a pscina como um jardim nas alturas era aberto apenas para os hospedes do hotel. Eu só podia ficar no canto, onde ficava o observatório, mas a vista era incrível. Passei um tempo lá em cima, e depois desci para o Shopping do Marina Bay Sands. O Shopping é super chique, tem restaurantes de chefes famosos como o Mario Batali, e tem um "rio" que passa pelo seu primeiro andar, onde as pessoas andam de barquinhos.

Quando saí do Shopping voltei para o hotel, mas fiz um caminho muito maior do que eu recisava. Fiz isso porque precisava achar uma caixa de correio que ficasse perto do hotel. Achei uma em frente de uma delegacia de polícia. Era a única que encontrei, a única que eu vi na cidade inteira, mas era tudo que eu precisava. De volta no hotel eu escrevi meus cartões postais antes de sair para jantar. Botei os cartões na caixa do correio e fui jantar no restaurante mexicano que tinha ido da última vez. É um restaurante mexicano, dentro de um bar chamado Prince of Wales, e os funcionários são da Austrália. Comi e quando voltei para o hotel arrumei minha mala e vi dois filme na TV antes de dormir.










































Saturday, October 29, 2011

Singapura - Dia 1.

A primers coisa que eu fiz quando acordei, sem nem ter tempo de respirar, foi sair do quarto e ir tomar café. Eu não comia a 24 horas (sem contar uma Doughnut) e portanto estava com bastante fome. Eu estou no mesmo hotel que fiquei da última vez que estava em Singapura, e o café aqui é de graça, mas bem simples. Comi e voltei par o quarto, onde usei a internet para decidir o que iria fazer hoje. Descobri que a sessão de "O Iluminado" que supostamente teria hoje em um cinema perto do hotel havia sido cancelada por conta de pro lemas na tela. Um pouco desapontado pesquisei o que mais estava passando no cinema em Singapura. Os únicos filme que ainda não tinha visto não me interessavam muito, mas vi que no cinema que eu costumo ir aqui teria uma sessão especial de Avatar. Seria a quarta vez que eu veria Avatar, então hesitei um pouco sobre ir ou não, mas decidi ir. Avatar, o maior filme da história (em questões de bilheteria, mas de inúmeras outras coisas também), saiu no final de 2009. Em meados de 2010 eles relançaram o filme em algumas salas ao redor do mundo, com 8 minutos a mais, chamando ele de Avatar: Special Edition, e com isso fizeram ainda mais dinheiro. Agora, quase dois anos depois do seu lançamento oficial, o filme está mais uma vez passando em algumas telas. Esta sessão seria em uma sala IMAX, em 3D, e seria a versão estendida. Foi isso que me fez decidir vê-lo denovo. Avatar é um espetáculo visual, e eu diria que só vale a pena ver ele da maneira correta: em um tela grande (quanto maior, melhor) e em 3D. Sendo assim, comprei o meu ingresso pela internet para ir à noite.

Quando saí, precisava achar um lugar onde poderia trocar meu dinheiro da Malásia por dinheiro de Singapura. A estação de trem de Singapura e tão inútil e vazio que nem isso eu consegui fazer lá. Mas hoje era domingo, os bancos estavam fechados, e eu não tinha a menor idéia de onde havia uma casa de câmbio. Sem saber para onde ir, comecei a andar sem direção, mas logo percebi que isso não daria em nada. Eu só tinha o equivalente a 5 dólares comigo, e não conseguiria fazer nada se não achasse uma casa de câmbio. Como hoje eu estava planejando ir até Sentosa, uma ilha conectada à Singapura, imaginei que poderia achar uma casa de câmbio na estação onde fica o expresso para Sentosa. Como deveria ser uma estação movimentada, deveria achar algo lá. Então peguei e metrô e fui até onde pegaria o expresso para Sentosa. Eu estava certo, e quando cheguei lá a hei onde poderia trocar meu dinheiro, e fiz isso. Depois peguei o expresso até Sentosa.

Sentosa é uma ilha de entretenimento: casinos, parques de diversões, a Universal Studios Singapore, e diversas outras atracões, incluindo praias. Eu estava indo lá para visitar o Butterfly Park, que tinha prometido para minha mãe que iria visitar. Então, chegando lá fui direto até este "parque". Como estamos perto do Halloween, a ilha toda estava arrumada com temas de Halloween, com muitos esqueletos espalhados por toda a ilha. No centro da ilha, perto de onde eu estava indo, havia um enorme Merlion de 37 metros. O Merlion como já disse antes é o símbolo de Singapura, uma criatura metade leão, metade sereia. Era possível estrar nesta escultura enorme, e subir até a sua boca, mas como tudo na ilha, eu precisava pagar, então não fiz isso. Cheguei no parque das borboletas e comprei o meu ingresso. O parque tem algumas partes. Primeiro, como seu nome diz, há um parque onde borboletas ficam voando livremente. Mais de 50 espécies de borboletas se encontram lá, algumas muito bonitas. Era bonito ver as borboletas voanda ao seu redor, muitas delas, mas fora isso não era nada de especial. Depois desta área havia uma outra com alguns pássaros e araras, mas também nada de especial. A última parte era um museu com insetos e borboletas do mundo todo. O museu era legal, com milhares de espécies de insetos, borboletas e aracnídeos. Depois de visitar tudo isso, dei uma volta pela ilha e decidi ir até as suas praias. Eu amo praias, e não tinha ido em uma desde o começo da viagem. De qualquer modo a minha próxima parada depois de Singapura é uma praia. Haviam três praias em Sentosa, uma do lado da outra: Siloso, Palawan, e Tanjong. Elas eram bonitas, mas por estar nesta ilha de atracões, eu sentia como se estivesse em outra atracão. De qualquer modo tirei minha camiseta e andei por todas as praias. O dia estava muito quente e ensolarado, e eu fiquei com muita vontade de entrar no mar, mas eu não tinha como. Que bom que minha próxima parada é uma praia. Andei por todas as praias, e em Palawan parei para comer alguma coisa. Almocei e depois tomei um ótimo sorvete da Suíça. Foi muito bom, muito divertido, e eu estava muito feliz. Em Palawan havia uma pequena ilha conectada a praia que é considerada o ponto mais extremo do continente Asiático. Teoricamente por ser uma ilha ela não faz parte do continente, ,as por estar conectada à Sentosa, Sentosa estando conectada à Singapura, e Singapura conectada à Malásia, é como se fosse uma extensão do continente. Depois de passar um tempo na praia, comecei a voltar, e fui andando até Singapura, sem pegar o expresso.

De volta em Singapura, dei uma volta no Shopping que ficava acima da estação de metrô. Lá, comprei umas garrafas d'água em um supermercado, e uma reputa em uma farmácia, para me ajudar a fazer a barba quando eu tiver que me barbear. Depois peguei o metrô e voltei para o hotel, onde eu usei a internet até a hora de ir ao cinema. Cheguei. O cinema algum tempo antes do filme, para poder comer antes, e comi no café do cinema, onde já tinha comido outra vez. O filme foi ótimo. As cenas adicionais são ótimas, e esta foi a vez que eu mais gostei do filme. Me diverti muito, é um filme incrível. Incrível e longo, ainda mais com as cenas adicionais. Isso não me encomoda, mas o filme acabou bem tarde, e quando fui voltar para o hotel peguei literalmente o último metrô do dia. O problema é que eu precisava trocar de metrô para chegar no hotel. Quando saltei do primeiro, corri até o segundo e perdi ele por alguns segundos. Era o último do dia, o que significava que eu não tinha mais como chegar no hotel de metrô e teria que andar até lá. Mas eu não tinha a menor idéia de o de eu estava. Esta estação de baldeação era em uma parte da cidade que eu não conhecia. Comecei a andar para onde imaginei que era a direção certa, mas poderia estar indo para qualquer lugar. Só percebi que estava na direção certa quando cheguei em um prédio que conhecia. No caminho passei por um monte de gente fantasiada saindo de uma festa de Halloween. Uma deles, um homem gordo, estava vestido como uma caixa de presente, e no presente havia um cartão escrito "From: God, To: Women". Acabei chegando no hotel mais de meia hora depois do que eu teria chegado se tivesse pego o metrô. Já estava tarde, mas eu fiquei vendo TV até conseguir dormir. Tenho visto um canal de Luta Livre nestes dias, e é a coisa mais ridícula que já vi na vida. É tudo tão falso e idiota, parece uma novela, com atuações igualmente horríveis. Péssimo, mas divertido. Deve ser por isso que faz o sucesso que faz.

























































































































Friday, October 28, 2011

Kuala Lumpur - Singapura.

Acordei um pouco mais cedo hoje para poder usar a sauna e nadar um pouco antes de fazer o check-out do hotel. Antes disso, tomei café e fui usar a internet no Shopping, como sempre. A internet mais uma vez estava uma merda, então eu não fiquei muito tempo lá. Não tinha escrito para o blog, então não estava com muita necessidade de usar a internet de qualquer jeito. Sendo assim, voltei para o hotel para ir para a piscina. U fui o primeiro a chegar lá, e mesmo eles dizendo que a sauna funciona desde as 8:00 da manhã, ela ainda não estava ligada. Liguei ela para ela aquecer um ouço enquanto eu nadava, mas sabia que iria demorar para ela ficar quente o suficiente. Nadei e fui ver como a sauna estava. Ela ainda Mao estava quente, mas de qualquer jeito eu fiquei um pouco lá. Foi inútil, e minha ida até lá só serviu para entrar água no meu ouvido e eu ficar com dor de cabeça. De qualquer modo foi bom nadar um pouco no sol. Depois disso voltei para o quarto, tomei um banho, e como ainda tinha um tempinho antes de ter que fazer o check-out, comecei a escrever para o blog. Quando chegou a hora de fazer o check-out, peguei minhas coisas desci. Perguntei para o recepcionista se ele sabia onde eu poderia postar as minhas cartas, já que não tinha achado uma caixa do correio perto do hotel. Ele disse que o hotel poderia batá-las no correio para mim. Não gosto de ter que confiar nos outros, mas ele me assegurou que iriam botar no correio. Espero que eles cheguem em seus respectivos endereços.

O dia estava muito quente, e é sempre chato ficar carregando malas andando no calor, mas o metrô não é tão longe do hotel. Cheguei no metrô e fui comprar minha passagem quando percebi que um trocado que deveria estar comigo não estava na minha carteira nem no meu bolço. Pensei um pouco e percebi que ele só poderia estar no bolço do meu shorts, que estava dentro da mala. Então tive que abrir a minha mala no meio do metrô e procurar o meu shorts. O dinheiro estava lá, e eu comprei minha passagem. Cheguei na estação de trem cedo, então tive tempo de acabar de escrever para o blog. Escrevi e fui procurar algum lugar com internet para poder publicar no blog. Achei um Starbucks, postei o blog, e usei upouco de internet. Eu ainda estava com umas moedas da Malásia, e geralmente ninguém troca moedas nas casas de câmbio, então queria me livrar delas. Achei algo que me deixaria com apenas uma miséria moeda de 5 centavos, mas havia taxa por cima do preço, então eu acabei ficando com mais moedas do que antes. Isso foi irritante. Odeio moedas. Meu trem atrasou um pouco, então eu ti eu tempo para começar a escrever para o blog do dia. Fiquei sentado no chão perto do portão onde o meu trem chegaria escrevendo para o blog até o trem chegar. Quanto mais o tempo passava, masis o trem atrasava. Eles mudaram o horário de saída do trem quatro vezes. Fui no banheiro toda vez antes do suposto horario que o trem iria sair, para não ter que ir no trem. No banheiro o sabão estava em uma garrafa d'água. No começo não tinha certeza de que aquilo era sabão, então tive que cheirar a garrafa para ver o que era.

Quando o trem finalmente chegou, entrei e havia um senhor no meu lugar. Disse a ele que aquele era o meu lugar, e ele me deixou passar e se sentou do meu lado, mas quando o trem começou a andar ele se levantou e foi para outro vagão. Continuei sentado sozinho até o final da viagem, o que foi ótimo. Durante toda a viagem eu fiquei lendo, e tirei algumas fotos do visual. Como o trem estava andando, era difícil tirar boas fotos, que saiam na sorte. A um certo ponto, o trem parou nos trilhos e ficou lá por um bom tempo. Não tenho certeza porquê ele fez isso, mas o mesmo aconteceu quando estava indo para Kuala Lumpur. Enquanto estávamos lá parados o tempo se transformou de ensolarado para super nublado. Nós voltamos a andar assi que a chuva começou a cair. Choveu muito forte, e eu conseguia ouvir o barulho da chuva batendo na janela mesmo com o barulho alto do trem. Alguns minutos depois nós tínhamos deixado a chuva para trás, mas como as janelas estavam molhadas não tirei mais nenhuma foto. Quando as janelas secaram estava começando a ficar escuro, e em pouco tempo tudo que eu conseguia ver ao olhar para o vidro era o meu próprio reflexo. Durante a viagem, pessoas diversas escutavam música sem fones de ouvido. Amo música, mas acho isso uma falta de respeito aos outros. Também durante a viagem comecei a sentir um cheiro de queimado algumas vezes, mas ele passava tão rápido quanto chegava, e eu nunca descobri o que era ou da onde vinha. Entre um capítulo e outro do meu livro eu relaxava um pouco e adiantava este post para o blog. Li por quase a viagem toda, e parei quando supostamente faltavam uns 15 minutos para chegar em Singapura. Mas estes 15 minutos se transformaram em 1 hora, e a viagem que deveria ter levado 6 horas levou 7 horas.

Quando finalmente chegamos, a policia federal da Malásia checou nosso passaporte enquanto ainda estávamos no trem. Depois, dentro da estação passei pela imigração de Singapura. A estação de trem é do outro lado do país/cidade, como já tinha dito antes, então para chegar no hotel levei mais 1 hora. Primeiro tive que andar até o metrô, e não era perto. Mas eu estava com pressa, e o que eu antes havia demorado quase meia hora, desta vez demorei menos de 15 minutos. No caminho estava trovejando. Tudo que eu não queria era que começasse a chover. Depois peguei o metrô e atravessei até o outro lado. Quando cheguei na minha estação estava chovendo, e eu tive que andar até o hotel debaixo da chuva. Cheguei no hotel meia-noite, fiz o check-in e fui para o quarto. Sem contar uma Doughnut que tinha comido na estação em Kuala Lumpur, eu não comia desde o café da manhã, mas estava tarde, então eu dormi sem comer.


















Thursday, October 27, 2011

Kuala Lumpur - Dia 4.

Depois de acordar e tomar café fui até o Shopping usar a interntet, e foi insuportável. Primeiro a internet não estava funcionando, depois dizia que estava funcionando, mas na verdade não estava. Quando ela finalmente "funcionou", ela estava tão devagar que era a mesma coisa que nada. Passei uma hora e meia lá, e usei a internet por não mais de meia hora. O rasto do tempo passei tentando fazer ela funcionar, sem conseguir. E o tempo todo que fiquei lá fui picado umas 15 vezes por mosquitos, tudo no meu pé. Não sei porquê, mas bem onde em me sento para usar a internet está sempre cheio de moscas e mosquitos. Toda vez que estou lá fico sendo mordido, e é sempre no mesmo lugar, e só lá. Não sei o que atrai as moscas e os mosquitos para estas poltronas. Não estava agüentando perder o meu tempo tentando fazer a internet funcionar, então fui embora. Não tinha conseguido postar o blog nem fazer algumas outras coisas.

Hoje era o meu último dia em Kuala Lumpur, e mais importante do que visitar qualquer lugar era a minha necessidade de lavar minhas roupas. Como já disse antes tinha descoberto onde havia uma coin laundry, a primeira que eu acho desde que saí do Japão, então precisava usá-la. Separei e arrumei tudo que eu tinha que lavar, e era absolutamente tudo. Como eu tinha que lavar todas as minhas roupas, as únicas coisas que sobraram para eu usar era um shorts de nadar e a minha capa de chuva, sem nada por baixo. Botei isso e saí. Precisa trocar um dinheiro por moedas, para poder pagar as máquinas, então fui até a recepção ver se eles podiam fazer isso para mim. Eles disseram que não tinham moedas o suficiente, e me sugeriram trocar em um banco. Então eu saí do hotel com a esperança de que iria encontrar um banco no caminho da lavanderia.

Estava sol, e bem quente. Como eu estava usando a minha capa de chuva e o shorts de nadar, que eram basicamente de "plástico", comei a suar muito, como se estivesse em uma sauna particular. Acabei achando um banco um pouco antes de chagar na lavanderia, e eles trocaram meu dinheiro em um segundo. Como já disse antes, esta "lavanderia" fica dentro de um outro hotel, e são apenas algumas máquinas. Descobri que elas estavam lá pelo site de uma lavanderia, mas este lugar realmente não parecia ser público, e sim para os hóspedes do hotel. Era no último andar do hotel e só dava para chegar de escadas. Fiquei imaginando o que eu poderia falar se alguém me encontrasse lá e me perguntasse o número do meu quarto. Mas isso não aconteceu. Como eram poucas máquinas, apenas duas, havia uma grande chance delas estarem ocupadas, mas por sorte elas estavam vazias e não havia ninguém lá. Não havia sabão, mas eu ainda tinha um sache de sabão em pó que tinha comprado na Austrália. Botei minhas roupas na máquina de lavra e fui me sentar para ler meu livro, que tinha trazido comigo. Sentado no último andar desta prédio fechado, comecei a suar tanto que não consigo nem explicar. Posso dizer com certeza que nunca suei tanto sem estar em uma sauna. Era um absurdo. Sem dúvida eu perdi peso por conta disso. Depois de sofrer um pouco suando abduzireis, percebi que se eu andasse, minha situação melhorava, então fiquei lendo em pé enquando andava pelos corredores. Troquei as roupas da máquina de lavar para a máquina de secar e continuei fazendo isso. Depois de meia hora fui ver se as roupas já estavam secas. A grande maioria já estava, mas resolvi deixar elas secarem por mais meia hora, assim elas ficariam completamente secas e eu poderia ler um pouco mais. Quando as roupas ficaram prontas, dobrei elas e fui embora.

Chegando de volta no hotel tive que tomar um outro banho, e me vesti para sair denovo. É muito bom vestir roupas limpas, mas é sempre irritante saber que você vai sujá-las denovo ao fazer isso. Resolvi ir visitar o Museu de Arte Islâmica da Malásia, que me recomendaram visitar. O museu ficava perto da Mesquita Nacional que tinha visitado outro dia, então fui andando até lá. O museu era legal e interessante. A primeira parte, e a que eu mais gostei, explicava a arquitetura comum em mesquitas ao redor do mundo, e continha lindas maquetes das mesquitas mais famosas. Algumas são muito ondas, e enormes. A maior, em Mecca, pode abrigar 1 milhão de devotos as mesmo tempo. Imagino se alguma vez esse número já foi alcansado. Como Mecca é a cidade mais sagrada do Ismamismo, é bem possível que sim. O resto do museu tinha artefatos do mundo com temas islâmicos. Era intessante ver a mistura de culturas, como porcelanas chinesas com temas islâmicos. Também haviam armas, roupas, e jóias, mas nenhuma "arte" própriamente dito. Quando saí do museu estava chovendo muito forte, então tive que voltar para o hotel de metrô, mas mesmo assim fiquei encharcado da cabeça aos pés antes de chegar no metrô. Assim que entrei no metrô, olhei pela janela e, de um segundo para o outro, a chuva tinha parado.

Quando cheguei no hotel tirei minha camiseta molhada e fui até o Shopping tentar finalmente publicar o post do blog e usar a internet com calma. Foi difícil, a internet ainda estava com problemas e muito devagar, mas eu consegui. Em seguida voltei para o hotel onde fiz sauna e nadei. Eu usei a sauna para secar as roupas que estavam encharcadas de chuva.

Hoje estava acontecendo algum evento no hotel, e o restaurante estava arru,ado para servir as pessoas do evento, então não quis comer no hotel e saí para achar algum restaurante. Comi em u, lugar perto do hotel, mas comi um macarrão, não comi nada local. Quando voltei para o hotel, escrevi meus cartões postais, arrumei minha mala e minhas coisas, e fui dormir.














Kuala Lumpur - Dia 3.

Meus planos hoje eram visitar a Batu Cave, uma caverna que fica a alguns quilômetros fora da cidade, então saí mais cedo. Antes, como sempre, tomei café e usei um pouco de internet. Tinha procurado na internet como chegar nas cavernas, e todas as explicações eram complicadas demais: não sei quantos ônibus, taxis, etc. Descobri que havia um trem que parava na porta das cavernas. Sendo assim, peguei o metrô até a estação de trem. Fui comprar minha passagem do metrô dela começou a comer minhas moedas e não devolver. Perdi 50 centavos por causa disso. Quando cheguei na estação de trem comprei minha passagem para a caverna, e foi mais barato do que ir do hotel até lá (incluindo os 50 centavos que perdi). Acabei perdendo o primeiro trem, e o segundo iria demorar meia hora para chegar, então fiquei esperando ouvindo música.

Não demorou muito para chegar nas cavernas. O trem parou mesmo bem na entrada. Para chegar nela era preciso subir uma escadaria de 272 degraus. Quando cheguei no topo estava cansado. Odeio escadas, e sempre que estou subindo uma tenho a impressão que vou cair para trás. Até quando estou em escadas rolantes eu tenho esta impressão. Bom, a câmara principal da caverna era enorme, com um pé direito gigante. Era uma caverna como qualquer outra, com estalagmites e estalagtites. O que era especial nesta caverna é que haviam alguns templos Hindús dentro dela, o que dava um ar de misticidade. Hoje era Deepavali, um feriado/celebração Hindu, um dos mais importantes. Considerando isso, a caverna estava bem mais vazia do que poderia estar. Saindo da câmara principal você chegava em uma outra parte da caverna em que uma das paredes era a costa da montanha, e nela haviam muitos macacos. As pessoas estavam dando bananas para os macacos, que desciam para pegá-las. Adoro macacos, então passei um tempo obseravando eles. Haviam também muito lixo nesta área, e alguns dos macacos estavam revirando o lixo para ver se encontravam alguma coisa interessante. Um dos macacos derrubou um côco em mim, que depois de bater em mim caiu no pé de uma mulher ao meu lado e machucou ela. Enquando estava lá um grupo de estudantes fizeram uma rápida intrevista comigo, sobre o porquê que eue estava na caverna, como eu ouvi falar sobre ela, e se eu recomendaria alguém visitá-lá. Não estendi de onde eles eram, mas certamente eles não eram da Malásia. Também enquanto estava na caverna um grupo de chinesas pediu para tirar uma foto comigo, como todos faziam na China. A caverna era bem "menor" do que eu estava imaginando, então não demorei muito para ver tudo. Mas quando estava indo embora vi que havia uma outra parte dela, uma menos comercial/turista que a que eu estava. Mas para entrar nela era preciso pagar, e formar um grupo para fazer um tour. Com certeza era mais interessante do que a que eu tinha acabado de visitar, mas não estava a fim de pagar ou fazer tours com grupos. Além do mais já visitei muitas cavernas no Brasil, que com certeza são muito mais impresso mates do que esta. Quando desci achei uma área fechada onde tinha acabado de acontecer uma festa para celebrar o Deepavali, e estava uma bagunça, com um monte de comida no chão. Não tinha mais nada para se fazer por lá, então comecei a andar de volta para o trem. No caminho achei uma barraca que estava vendendo Coco, e comprei um. Desde o começo da viagem eu não bebia água de côco, e eu adoro. Estava muito gostoso, e quando eu acabei pedi para abrirem o côco. Foi muito bom. A bilheteria estava com uma fila enorme, e eu não conseguia comprar minha passagem nas máquinas porque não estava com o troco exato, então tive que pegar esta fila. Quando consegui comprar a passagem desci para o trem e ele já estava lá, mas demorou mais um tempão para ele sair.

Quando cheguei no hotel ainda estava razoavelmente cedo, mas não tinha mais nada para se fazer, então deixei minhas coisas no quarto e fui até o Shopping usar a internet. Fiquei lá até o final da tarde, e depois voltei para o hotelara usar a piscina e a sauna. Quando cheguei no quarto percebi que meus selos tinham sumido. Procurei em todo lugar, mas eles não estavam lá. Eu sabia extamente onde eles deveriam estar, então achei estranho que não estava lá. Passou pela minha cabeça que alguém poderia ter pego eles, mas porquê. Então raciocinei um pouco mais. Os selos deveriam estavam debaixo do meu iPad, onde eu tinha deixado eles. Como eu tinha levado o iPad para o Shopping quando fui usar a internet, era possível que os selos haviam grudado no iPad, e caído no meio do caminho. Fazia sentido. Eles poderiam estar em qualquer lugar entre o meu querto até o Shopping, mas assim que abri a porta do quarto vi eles no chão do corredor. Fui então para a piscina. Há alguns dias eu estou com a impressão de que meus olhos não estão focando direito, e que talvez eu precise de óculos. Minha visão sempre foi perfeita, e eu na verdade nunca nem fui em um oculista. É algo que está me diexano preocupado. Enquanto estava nadando pensei que isso pode ser por conta do fato que eu tenho nadado sem óculos de nadar. Será possível que o cloro da piscina está me deixando cego? Realmente espero que não. Depois fui para a sauna, onde haviam alguns homens dentro. Um deles começou a falar que eu nado bem, e começou a conversar comigo. Quando contei sobre minha viagem para ele, ele comentou que eu deveria ter muito dinheiro. Quase toda vez que conto da minha viagem para alguém eles fazem este comentário, mas eu odeio esta assimilação. Como posso responder um comentário desses? É horrível.

Depois de sauna jantei no hotel, e minha noite foi como todas as outras.













































Tuesday, October 25, 2011

Kuala Lumpur - Dia 2.

Acordei um segundo antes do meu despertador tocar. Desci, tomei café, e fui para o Shopping usar a internet. Ainda não tinha escrito o post para o blog, então acabei ficando mais tempo lá, e não tive tempo para ler de manhã. Depois de usar a internet, voltei para o hotel, tomei um banho e saí. Uma coisa muito estranha aconteceu: depois de tomar banho, estava me secando e a toalha começou a ficar manchada de rosa. Primeiro eu pensei que ela já estava assim antes, mas quanto mais eu me secava (principalmente minha cabeça), mais rosa ela ficava, como se tivesse tinta no meu cabelo. Não era sangue, já que era rosa claro. Não tenho a menor idéia do que pode ter acontecido.

Hoje queria visitar o Central Market, um mercado famoso da cidade, então comecei a andar em sua direção. A cidade não é muito grande e eu consigo facilmente andar para qualquer lugar, sem precisar usar o metrô. No caminho do mercado passei por Chinatown, onde andei por uma rua onde haviam várias barracas vendendo coisas diversas. Andando por lá lembrei que eu iria precisar comprar cartões postais para mandar da minha visita à Malásia. Procurei um pouco por esta rua, mas não achei nada. Mas pouco tempo depois estava andando por uma outra rua e encontrei uma loja de souvenirs, onde eu achei alguns cartões postais, e comprei o que eu precisava. Perguntei onde eu poderia comprar selos, e me disseram que poderia comprar no Central Market. Sem eu perceber, já tinha chegado lá, e ter entrado nesta loja de souvenirs facilitou meu caminho, já que entrei por um lado, e saí por outro, na frente do mercado.

Não sei porquê, mas eu imaginava que o Central Market era um mercado de frutas e comidas, então quando eu entrei lá e vi um monte de lojas vendendo coisas inúteis, fiquei decepcionado. Com "coisas inúteis" quero dizer exatamente isso. Claro que não era 100% das lojas que vendiam as coisas inúteis, mas não consigo entender quem compra certas coisas, e como as pessoas que decidem vender certas coisas fazem dinheiro. Dei uma volta por todas as lojas do mercado. Por lá encontrei uma "galeria de arte" que estava tendo uma exposição comparando Pop-Art dos Estados Unidos e da China. No pôster haviam imagens de quadros do Andy Warhol e um artista chinês que não me lembro o nome, mas que já tinha visto exposições na Europa. Parecia interessante, mas quando cheguei lá vi que todos os quadros eram cópias, e não originais. Um quadro do Andy Warhol ou do Roy Lichtenstein por $100 dólares? Seria ótimo. O resto do mercado não tinha nada de legal, e no andar de cima haviam alguns restaurantes, mas pelo menos eu consegui comprar os selos que eu precisava, em uma outra loja de souvenirs.

Quando saído mercado pensei em andar até a Mesquita Nacional, que não estava muito longe. Estava vendo alguma coisa â distância que parecia ser a tal mesquita, mas quando cheguei lá vi que era na veradade uma estação de trem. De qualquer modo não estava longe da mesquita, e só precisava atravesar a rua. Mas atravesar a rua em Kuala Lumpur é quase impossível. Algumas das ruas não tem sinais, e as que tem apresentam outros problemas: os sinais demoram muito para abrir. No dia anterior esperei um sinal abrir por mais de dez minutos. Os sinais dos carros trocaram umas três vezes, mas o sinal de pedestres simplesmente não abria. Todo mundo atravessa no sinal vermelho, como se fosse a coisa mais normal do mundo. O problema é que não são só as pessoas que atravessam os sinais vermelhos, os carros, e principalmente as motos, fazem o mesmo. Quando estava atravessando a rua para a mesquita havia corvo comendo os restos mortais de um gato atropelado. O gato estava tão destruído que ele parecia um carpete. Quando cheguei na mesquita vi que ela estava fechada para visitas de turistas não muçulmanos. Faltavam uns 40 minutos para eu poder entrar, mas mesmo assim não sabia se eu poderia entrar, porque havia uma placa dizendo que era proibido entrar de shorts, e eu estava de shorts. De qualquer modo resolvi esperar para ver o que acontecia. Quando a mesquita abriu para os visiantes, tentei entrar. Como eu estava de shorts, e realmente era proibido entrar lá de shorts, tive que cobrir com um robe lilás que cobria meu corpo todo. Estava lá dentro, usando o capuz do robe, quando uma mulher se aproximou de mim e disse que os homens não precisavam usar o capuz. Ela disse que ela era uma voluntária da mesquita e perguntou se eu queria que ela me explicasse um pouco sobre o islamismo e sobre a mesquita. Disse que tudo bem, e com o tempo mais pessoas foram se juntando a nós. Primeiro nós demos uma volta pela mesquita e depois ela começou a contar várias histórias e explicar um pouco sobre a religião. Teoricamente a mesquita só estaria aberta para os turistas por uma hora até a próxima reza, mas como eu estava com essa guia, acabei ficando muito mais do que isso, e pude ver a reza. A guia não parava de falar, e eu não conseguia ir embora. Fiquei muito mais do que eu queria. Quando finalmente consegui ir embora, eu era o único turista que ainda estava lá. De qualquer modo foi interessante. Não sou nada religioso, mas religião é algo que me interessa, então aprender um pouco mais sobre uma delas é sempre bom.

Saindo da mesquita voltei para o hotel. Primeiro usei um pouco de internet no Shopping e comprei um sanduíche para comer mais tarde. Depois fiz sauna e nadei um pouco. Quando entrei na sauna haviam quatro homens lá dentro, e um deles estava de meia e tênis. Depois disso voltei para o quarto, comi meu sanduíche, escrevi para o blog, e dormi.



















































Monday, October 24, 2011

Kuala Lumpur - Dia 1.

Quando acordei ainda estava cansado. O despertador tocou, eu levantei, desliguei ele, e deitei de novo. Mas eu sabia que se eu dormisse eu iria acordar tarde, então levantei e desci para tomar café. O café da manhã já está incluso no preço do hotel, e era bem gostoso. Havia uma variedade grande de comidas, e um comi um pouco de tudo. Havia um chef preparando ovos e waffles, e por alguma razão ele estava do lado de fora do hotel, do outro lado de uma porta. Fui pedir um waffle para ele, e demorou bastante. Não havia ninguém na minha frente, mas as pessoas já haviam pedido o que elas queriam e iam buscar pouco a pouco. Ele também queimou um waffle e teve que fazer outro, o que fez demorar mais.

Quando eu acabei de tomar café atravessei a rua e fui usar a internet no Shopping. O Wi-Fi que eu tenho usado é de um Starbucks, e eu me sentei noas cadeiras do lado de fora, onde havia um placa falando que as cadeiras eram apenas para clientes. Eu estava sentado lá, usando o Wi-Fi deles, e não tinha comprado nada, mas ninguém reclamou comigo. Usei a internet e depois voltei para o hotel, onde eu li um pouco. Já fazia mais que uma semana que eu não lia nada do meu livro, então foi bom ler um pouco. Depois tomei um banho e me arrumei para sair.

O dia estava bem quente e bonito, com céu azul, mas a previsão, como sempre, era de chuva. Como hoje era meu primeiro dia na cidade, fui fazer a coisa mais óbvia: visitar as Petronas Towers. Eu poderia ter pego o metrô até lá, mas decidi ir andando, assim conheceria um pouco mais da cidade. Não era longe, e eu acabei não vendo nada de mais no meu caminho até lá. As Petronas Towers são o quinto maior prédio do mundo, uma das maiores construções já feitas pel homem. Além de altas elas são bem modernas, e bonitas. Entre um prédio e outro há uma ponte, onde fica um observatório. Mas esta ponte fica na metade dos prédios, então não teria muita graça subir neste observatório. Entrei nas torres e fui parar dentro de um Shopping. O Shopping tinha um cinema, e eu fui ver o que estava passando. Já tinha visto quase tudo que estava em cartaz, mas para continuar meu ritual de ir pelo menos uma vez no cinema em cada país que visitar, comprei um ingresso para ver uma versão especial de "O Rei Leão" em 3D. Neste Shopping também achei uma boa livraria, a mesma que tinha achado em Singapura, e acabei comprando um livro, que não tinha comprado em Singapura porque a capa estava rasgada.

Bom, eu tinha três horas Andes do filme começar, então fui dar uma volta. Em frente ao Shopping (e das torres) fica o parque central da cidade, então dei uma volta por lá. Estava muito sol, e eu tinha comprado um suco no Shopping, então estava tomando o meu suco no sol quando...começou a chover. Estava sol e estava chovendo, mas isso não durou muito. O parque tinha uma área enorme com brinquedos para crianças, e estava cheio de crianças. Também havia um balanço neste parquinho, e eu fiquei com vontade de me balançar, mas quando estava andando até lá uma criança saiu correndo, passou na frente, e chegou no balanço antes de mim, então eu não me balancei. Continuei andando e achei uma Mesquita no canto deste parque. Ela era grande, com um amplo espaço aberto em dois andares, onde umas pessoas estavam deitadas. O seu interior era meio vazio, mas havia um lustre gigante no teto. Eu acho que eu não podia entrar lá de shorts, então não fiquei muito tempo lá dentro.

Quando saí comecei a andar pela cidade, mas sem muita direção. Não estava conseguindo me achar no meu mapa, mas não iria me perder, já que eu só precisava andar em direção as torres, que podem ser vistas de quase qualquer lugar. Quando finalmente me achei no mapa comecei a andar em direção a um centro comercial da cidade, e entrei em um Shopping novo que fica lá, dei uma volta, e quando saí já estava na hora de voltar para o cinema. Assim que saí comecei a ouvir trovões, mas cheguei no cinema antes da chuva começar. Geralmente eu entro no cinema dez minutos antes do filme começar, então cheguei lá dez minutos antes como sempre, mas a sala não estava aberta. Aparentemente eles estavam fazendo uns testes na tela, e só abriram a sala depois do horário que o filme deveria ter começado. Fazia muito tempo que eu tinha visto O Rei Leão pela última vez, então adorei. O único problema é que sendo um filme infantil, a sala estava cheia de crianças, e elas não calavam a boca. Não só elas, mas os adultos também ficavam falando. Era bem irritante.

Quando o filme acabou eu voltei para o hotel. Desci para a pscina, nadei um pouco e consegui fazer a sauna funcionar, então foi melhor desta vez. Depois jantei no próprio hotel e dormi.