Saturday, November 5, 2011

Phuket - Dia 6.

Mais uma vez estava acordando bem cedo para mais um tour. Sem despertador eu teria dormido o dia inteiro. Que bom que eu lembrei de botar o despertador para a hora certa. Desta vez, sabendo que não iria precisar, não vesti meu tênis. Peguei minhas coisas e desci para tomar café antes de sair. Peguei uma French Tost que estava diferente hoje. Não gostei, e não acabei. Comi bem menos do que os outros dias, mas eu vi que já haviam chegado para me buscar. Era uma mini-van desta vez, mas eu fui o primeiro a ser pego. As primeiras pessoas que pegamos em seguida foi uma mãe e seu filho, russos. Antes de chegar no próximo hotel, a mulher pediu para usar o celular do motorista para ligar para a companhia de turismo. Parecia que ela queria reclamar de alguma coisa. Nem ela nem o motorista falavam inglês. O problema é que o celular do motorista não funcionava direito, e a pessoa que atendia não conseguia ouvi-los. Eles tentaram fazer esta ligação diversas vezes, sem conseguir nenhuma delas. Sem ter o que fazer, a mulher teve que disisitir. Passamos em mais uns três ou quatro hotéis até a van ficar cheia, de russos, e de lá fomos até o píer para pegar o barco.

Chegando no píer nos dividiram em grupos e ninguém que estava na van comigo estava no meu grupo. Mesmo assim, meu grupo era quase todo russo. Ainda tenho que entender o porquê de tantos russos em Phuket. O barco desta companhia era uma lancha, então o grupo era um pouco menor do que o do outro tour, e a lancha era muito mais rápida do que o barco do outro tour. De qualquer modo meu tour de hoje era para a Phi Phi Island, que é longe da ilha de Phuket, e mesmo com a lancha demoramos uma hora para chegar lá.

A primeira parada foi rápida, na Viking Cave. O barco apenas parou por um tempo em frente da entrada desta caverna. Não podia entrar na caverna, então não tinha muito o que se ver. De lá nós fomos até uma lagoa, a Pileh Lagoon, onde ficmos um tempo nadando. Era lindo, e água era super clara, mas aqui não tinha o que ver debaixo d'água. O que não era o caso da próxima parada, a Loh Samah Bay, onde entramos na água com snorkels e ficamos vendo a beleza do fundo do mar por uns 40 minutos. Haviam centenas de peixes, de dezenas de tipos diferentes, cada um mais colorido e mais bonito que o outro. Não só ps peixes, mas os corais também eram lindos. Eu tinha que tomar cuidado para não enconstar o pé no chão, para não pisar acidentalmente em um ouriço do mar. Vi coisas lindas, e quando olhei para o barco todos já estavam lá dentro, mas não estavam me chamando. Como que alguém poderia decidir ficar menos tempo na água vendo os peixes? Não entendo. Um dos peixes que vi abriu a boca com rica dele quando eu passei ao lado dele, e ele tinha dentes afiados. Quando me chamaram para voltar para o barco eu estava com dor de cabeça, e demorou para passar.

A próxima parada foi Maya Bay, a praia onde foi filmado "A Praia", filme com o Leonardo DiCaprio de 2000. A baía e a praia eram incrivelmente lindas, e a praia tinha a areia mais branca e mais fina que já vi na vida. Era uma loucura, parecia uma praia de farinha. Era muito lindo. O mar em si nesta praia não era muito bom. Ele era igualmente lindo, calmo, e translúcido, mas era muito razo e haviam muitas pedras no chão. Era meio difícil de andar pelo mar. Fiz uma trilha e fui parar em uma outra baía, muito bonita, mas não entrei no mar lá, se não eu iria perder a noção do tempo e atrasar o barco, então voltei para a praia. Fiquei um pouco no mar, e logo mais era hora de ir. Nossa próxima parada era a Monkey Beach, uma praia com macacos, para dar comida para os macacos e tirar algumas fotos. Demos amendoim e sementes de girasol para os macacos, que os pegavam da sua mão. Adoro macacos! A guia disse que era melhor ficar na água, e não brincar com os macacos. Eles ficavam chamando os macacos de "máfia". Obviamnete não foram todos que ouviram o que a guia tinha para falar, e uma menina foi mordida por um dos macacos. Não sangrou, mas ficou bem roxo.

Saindo da praia dos macacos nós fomos até Tonsai Bay, onde paramos para almoçar. Eu me sentei com a menina que tinha sido mordida pelo macaco, e com a família dela. Eles eram da Dinamarca, e quando eu contei sobre a minha viagem a mãe me deu seu cartão e disse que se eu fosse para a Dinamarca eu poderia porcurá-los. A menina então teve que levantar e ir até o "hospital" onde ela tomou uma injeção contra raiva, por precaução. Depois de comer nós passamos um tempo relaxando na areia e no mar, para depois ir para nossa última parada do dia, a Kai Nai Island. Nesta ilha eu passei um tempo fazendo snorkling, mas a área não era tão bonita quanto a primeira, e tinha bem menos peixes. Depois dei uma volta pela ilha, que era bem pequena, e comprei uma água de côco. Foi o dobro do preço que na praia onde eu estou hospedado, e não estava tão bom, estava com um gosto estranho. Que pena. Eles serviram abacaxis e melancia para a gente. Ador abacaxi, e estava incrível. Depois nós fomos embora.

Kai Nai era muito mais perto do porto que nossa primeira parada, então demoramos menos de meia hora para voltar. De volta no porto peguei a mini-van e voltei para o hotel. Meu hotel foi o último. Eu estava sentado na frente, e dormi no caminho. Tive uns sonhos bizarros, mas não lembro de nenhum como sempre. Assim que cheguei no hotel deixei minhas coisas no quarto e saí para comprar os cartões postais e os selos na loja de conviniências. Fiz isso e voltei para hotel, e fui até o bar onde eu comi um prato de frutas da estação que eu tinha direito a comer de graça. Depois subi para o quarto, escrevi o blog do dia anterior e o de hoje, e depois desci de volta para jantar. Como no restaurante do hotel e pedi uma carne que estava muito melhor do que eu imaginava que iria estar. Estava tudo ótimo, até eu comer metade de algo que eu imaginava ser um legume e na verdade era uma pimenta. Acho que nunca comi uma pimenta tão forte, e ela estragou o resto do meu jantar. Depois de muito pão e água ainda conseguia sentir o gosto dela, e tudo que eu comia resaltava o gosto. De volta no quarto escrevi os cartões postais e tive que sair para depositá-los. Mesmo estando muito cansado, ainda não podia dormir quando voltei. Tive que arrumar minha mala e minhas coisas, e só fui dormir tarde.























































































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