Minha primeira parada foi uma loja de bonecos que eu tinha passado em frente no dia anterior andando para o hotel. Ela ficava dentro de um Shopping, e lá, além dessa loja, achei mais outras duas lojas de bonecos. Elas eram legais, mas vendiam mais bonecos de videogames que eu não jogo e animês japoneses que não vejo. Uma delas vendia um bando de bonecos de lutadores de luta livre. No mesmo Shopping ainda havia outra loja de bonecos, mas que estava fechada, e outra loja chamada "Very Cool Stuff", que também estava fechada e eu não conseguia ver o que ela vendia. Presumo que eram "coisas muito bacanas". Saí deste Shopping pelo lado contrário que eu tinha entrado e fui parar em uma rua cheia de restaurantes. Não estava na hora de comer, mas era bom saber que isso ficava perto do meu hotel. Passando esta rua, continuei andando e fui parar em um lugar chamado Lau Pa Sat, que previa uma enorme praça de alimentação. Estava bem perto da área financeira da cidade, e seus prédios grandes e modernos. Esta praça de alimentação estava completamente lotada de empresários e funcionários de terno, o pessoal que trabalha nos prédios em volta. Saí de lá e dei uma volta por este distrito financeiro, e depois comecei a andar em direção a baía. A Marina Bay de Sigapura é uma área bem moderna, além de bem bonita, da cidade. Primeiro visitei um grande Shopping que fica por lá, com lojas e restaurantes chiques. Em frente deste Shopping, flutuando nas águas da baía está uma linda loja da Louis Vuitton, com uma linda arquitetura.
Mais um pouco adiante estava o ArtScience Museum, uma construção incrível do arquiteto Moshe Safdie. O prédio do museu lembra uma flor de lotus, ou uma mão aberta, e é lindo. No museu estava acontecendo a maior exposição do Salvador Dalí em Singapura. Sendo um fã do Dalí, entrei no museu e comprei meu ingresso. Enquanto estava lá dentro comecei a escutar trovões, e uma forte chuva começou. A exposição era ótima, mas não continha nenhuma de suas pinturas, apenas estátuas e muitas litogravuras. No final da exposição me sentei em uma área para uma atividade relacionada com a exposição (que era direcionada para crianças). Haviam alguns desenhos com temas recorrentes das obras do Dalí. Eles me deram uma folha de plástico, me mandaram escolher um dos desenhos, copiá-lo na folha de plástico e colorir. Fiz isso, e depois tive que recortar meu desenho. Quando acabei, entreguei para uma das funcionárias, que botou esta folha de plástico em um forno. A folha começou a encolher e virou um pedaço de plástico maciço. Ela me disse que era um plástico especial chamado plástico poliéster. Ela passou uma corda pelo desenho, que agora era um objeto de plástico, e ele virou um colar. Adorei, foi divertido! Depois de ver a exposição do Dalí subi para ver a exposição permanente do museu, que explora as proximidades de Arte e Ciência, explorando a curiosidade, a inspiração, e a expressão. Não era muito boa, e não tinha muito o que se ver, então dei uma volta rápida e fui para a loja do museu. Dei uma volta pela loja e saí.
A chuva tinha dado uma parada, mas não demorou para voltar, e voltar forte. Em poucos minutos estava molhado e a lente da minha câmera estava toda embaçada. Atravessei a ponte Helix, outro projeto arquitetônico lindo, e comecei a andar em direção do metrô. Consegui entrar no metrô por um Shopping, então fugi um pouco da chuva. A passagem de metrô, que é um cartão, custa um certo preço dependendo de onde você vai, mas ao devolver este cartão para as máquinas eles te reembolsam 1 dólar. Peguei o metrô porque estava indo para o cinema, e queria fazer isso logo pois o filme que queria ver já esta em cartaz fazia tempo, e poderia sair de cartaz logo. O metrô parou dentro de onde o cinema ficava, então não me molhei mais. O ingresso custou bem menos do que eu esperava, então fiquei feliz. O filme foi ótimo! Era uma comédia, mas eu era o único que ria no cinema.
Quando meu filme acabou eu tinha 40 minutos para sair de lá, pegar o metrô até a área do meu hotel, andar até a rua que tinha visto onde estavam os vários restaurantes, comprar um sanduíche no Subway, e voltar para o hotel. Tudo isso porque iriam passar dois filmes seguidos na TV que eu queria ver, e portanto não teria como sair para jantar entre um e outro. Tudo deu muito certo: peguei dois metrôs, cheguei no Subway na hora certa, não havia ninguém na fila. Porém na última etapa, voltar para o hotel, virei para o lado errado e me perdi. Só percebi que tinha virado para o lado errado quando cheguei em uma estcão de metrô quenunca tinha visto. Estava completamente perdido, em um labirinto de ruas em zigue-zague. Fiquei muito irritado. Quando cheguei no hotel já tinha perdido 20 minutos do filme, que eu não teria perdido se tivesse virado para o lado certo. Estava tão irritado que quase decidi não ver mais o filme. Mas percebi que isso seria bobagem. Entre um filme e outro comi o meu sanduíche. Quando o segundo filme acabou já estava na hora de dormir.










WOW MARA!
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