Portanto, depois de tomar café fui até o metrô e saltei na última estação, a que chagava mais perto dos templos. Chegando lá comecei a andar para o lado errado. Andei bastante para o lado errado sem perceber, o que me fez andar bem mais do eu deveria. Tendo percebido meu erro, voltei e comecei denovo. No caminho do primeiro templo que iria visitar, passei por dentro do que parecia ser uma vila antiga. Era como se eu tivesse viajado no tempo. Por todo lado só conseguia ver construções antigas.
O primeiro templo que fui visitar foi o Ninna-Ji Temple, construído em 888. Pelo que eu me recordo das datas, este é o templo mais antigo que visitei até agora, e um dos poucos que eu não li ter sido reconstruído depois de um grande incêndio. Isso pode ter acontecido, mas foje do meu conhecimento. O templo em si não era excepcionalmente bonito, mas a sua localização favorecia. Era uma área muito bonita.
Saindo deste templo, continuei andando ao segundo que eu iria visitar. No caminho, entrei no que eu achei que era a entrada do templo, mas era na verdade um cemitério. Ao lado deste cemitério havia um santuário escondido no meio da floresta. Era tudo meio fantasmagórico. Saí de lá e continuei até chegar no Ryoan-Ji Temple, que era originalmete usado como uma espécie de casa de campo de uma família e foi transformado em um templo em 1450. Aqui também achei visuais muito bonitos, com um lindo e grande lago. Mas este templo é realmente famoso por conter um Jardim de Pedras que é considerado uma das obras primas da cultura Japonesa e a quintecência da arte Zen. Este jardim Zen mede apenas 25 metros por 10 metros e é formado 15 pedras espalhadas em areia branca. É dito que o significado do jardim deve ser descuberto por cada visitante de uma maneira única. Para mim não significava muito, mas era bonito.
Minha terceira parada estava a mais dois quilômetros. No caminho comecei a ficar extremamente cansado, com sede e com fome. Meu passeio estava demorando muito mais do que eu achei que iria demorar, e para completar eu ainda teria que andar tudo de volta para a estação de metrô. Quando cheguei no terceiro templo comprei um sorvete, o que me animou. Sorvete sempre me anima. Este templo, o Rokuon-Ji Temple, também conhecido como o Pavilhão Dourado era realmente muito bonito. Seu prédio principal se encontra no meio de um lago e é inteiro dourado. Com o sol deste lindo dia batendo em suas paredes, o Pavilhão Dourado era uma maravilha de se olhar. Tinha realmente guardado o melhor para o final. Antes de sair, comprei mais um sorvete e me preparei para a andada de volta.
Quilômetros e quilômetros depois, peguei o metrô e voltei para o hotel. Ainda não havia comido, mas tinha uma surpresa me esperando nos hotel. Cheguei no hotel e estava acontecendo um "jantar conrtesia" um pouco maluco, mas bem divertido. Para começar me serviram aperitivos japoneses que estavam ótimos. De lá fui até o centro do hotel onde há um pequeno jardim exterior. Lá estava montado uma espécie de tobogã de Aqua miniatura feito de bambu. Nele, o pessoal do hotel soltava uma porção de somem (uma espécie de macarrão), que eu deveria tentar pegar antes dele chagar no final do "escorregador". O que eu conseguisse salvar eu molhava em "Tsuyu", um tempero, e comia. Além do somem também tive que pegar tomates e ovos. Estava bem gostoso e foi bem divertido. Não era exatamente um jantar, mas foi o suficiente para acabar com a minha fome.
Depois disso, aproveitei para lavar minhas roupas. O hotel tinha uma máquina de lavar e uma de secar e me forneceram sabão, o que foi ótimo. Não tenho uma reclamação sequer a fazer deste hotel.
Mais a noite, saí para jantar. Fui mais uma vez no Pasta Fresca, restaurante Italiano perto do hotel e comi muito bem. De lá, voltei para o hotel onde arrumei minha mala, li e dormi. Esse tinha sido meu último dia em Kyoto.









Nossa que legaaal!!! Que lindas as meninas no hotel!! What a great time Fran!!
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