Wednesday, September 7, 2011

Osaka - Dia 3.

Hoje o dia foi ainda mais bonito do que o dia anterior. Quando acordei não havia uma nuvem no céu. Queria aproveitar mais o sol e dia bonito, então passei quase o dia todo ao ar livre.

Depois de tomar café, usar um bocado de internet e me arrumar, peguei o metrô e fui até o parque que fica em volta do Castelo de Osaka. Chat do lá, comprei um sorvete (que estava muito bom por sinal) e me sentei em um banco. Na minha frente estava um grupo de dança ensaiando e filmando os seus passos. Ao meu lado estava um grupo de pessoas que estava descendo uma rampa de patins, e também estavam se filmando. Fiquei um tempo observando o grupo de dança. Eles não eram muito bons, e muito menos coordenados. Depois de um certo tempo comecei a andar em direção ao Castelo, que fiaca no meio do parque.

Enquanto andava para o castelo, parei em um local e comecei a tirar fotos. Enquanto estava lá tirando fotos conheci um Músico Inglês maluco, Mark. Ficamos conversando sobre o Japão e sobre as nossas viagens. Ele era legal e gostei de o ter conhecido. Que eu me lembre ele é a primeira pessoa com quem em converso em muito tempo. Mesmo que tenha sido bem rápido, foi bom. "See you later, I'm sure I'll see you around" ele me disse. "Absolutely" eu disse, mas até agora não o vi de novo.

Chegando na área onde ficava o castelo, fiquei tirando várias fotos. O castelo, que como o de Hiroshima foi destruído e apenas a sua torre (uma réplica) continua no lugar, era muito bonito. Também como em Hiroshima, a torre serve hoje em dia como um museu. Haviam alguns restaurantes para a turistada que deve visitar o castelo, então acabei almoçando por ali mesmo. Depois de almoçar dei uma olhada no panfleto do museu e percebi que não seria muito diferente do que eu já tinha visto em Hiroshima, então decidi não entrar na torre, e apenas vê-la por fora, assim como já estava fazendo.

Com muito tempo do meu dia ainda sobrando, olhei o meu mapa e vi que perto do museu ficava o Osaka Contemporary Art Center, e decidi visita-lo. Andei até lá e quando cheguei encontrei um grande prédio. Entrei e fiquei um bom tempo perdido. Não porque o prédio era grande, mas porque cada mapa e cada placa dentro deste prédio dizia que o Contemporary Art Center era em um lugar diferente. Quando finalmente avistei uma grande placa onde estava escrito Osaka Contemprary Art Center andei até lá e haviam duas moças sentadas em um mesa. Me aproximei e perguntei se ali era mesmo o centro do arte contemporânea. Ela olhou para a moça ao seu lado, riu, hesitou um pouco e então disse que era. Perguntei se precisava pagar alguma coisa e ela disse que não. Entrei e não consegui entender o que estva acontecendo. Não havia quase nenhuma arte, muito menos contemporânea. Em 10 passos já tinha visto tudo. Pelo menos entendi por que a moça tinha hesitado. Grande loucura.

Depois de ter visitado o Imaginário Centro de Arte, e depois de não ter visitado o Centro de Arte, percebi que eu teria que visitar o museu do castelo para passar o tempo. Portanto, volte para once estava meia hora atráz. O museu dentro da torre era muito mais tecnológico do que o de Hiroshima. Aliás a torre inteira parecia muito mais nova do que a de Hiroshima. Isso fazia perder um pouco o charme de visitar uma coisa que teoricamente seria histórica. Pegar um elevador em uma torre onde em um tempo distante Samurais à defenderam de invasores não é muito excitante. De qualquer modo fiquei no museu até ele fechar.

Para terminar meu dia tinha programado visitar o Floating Garden Observatory, famoso observatório da cidade. Estava um pouco mais cedo do que eu planejava, mas pensei que se eu me apressasse poderia ver o por do sol do topo do observatório. Peguei então o metrô e fui até lá. Quando cheguei no ponto mais próximo do observatório comecei a andar mais rápido ou iria perder o por do sol. Em um certo ponto precisava atravessar a rua e simplismente não tinha como. Continuei andando e andando sem conseguir atravessar a rua e acabei dando uma volta enorme que me atrasou. Quando finalmente cheguei no prédio do observatório era preciso pegar um elevador até o lugar onde se comprava a entrada. O elevador era de vidro e era rápido. Fiquei com um baita frio na barriga vendo a cidade aos meus pés. Acho que adquiri um medo de altura. Acabei chegando no topo do observatório ínfimos minutos atrasado e não se via mais o sol, que tinha passado para trás do Monte Rokko. Lá em cima fiquei com menos medo de altura.

Fiquei no topo do observatório até ficar escuro e as luzer dos prédios iluminas a cidade. As vistas eram muito lindas. Tentei achar o meu hotel no meio de todos os prédios, ja que da janela do meu quarto eu vejo o prédio do observatório. Mas era impossível. É como querer ver a sua casa da Lua, já que você vê a Lua da sua janela. Quando desci, estava acontecendo um Oktoberfest no pátio do prédio, com japonês cantando em alemão e tudo mais. Fiquei com muita vontade de comer por lá, mas as filas estavam enormes e os preços lá em cima, então desisti. Queria comer antes de voltar para o meu hotel, então acabei entrando e uma estação de trem e indo à praça de alimentação. Lá encontrei o mesmo restaurante italiano que havia dentro do meu hotel em Tokyo. Sabia que eles tinham uma boa Pizza, então decidi comer lá. Porém havia uma grande fila de espera. Falei co, a garçonete e ela me disse que aquela fila era para a área de não-fumantes, e que tinha lugares livres na área de fumantes. Decidi me sentar na área de fumantes. Era um grando risco já que a tal área de fumantes podia estar com um forte cheiro de cigarro. Para mim que não fuma, comer com cheiro de cigarro no ar não é agradável. Por sorte não havia cheiro nenhum e ninguém lá estava fumando. Comi bem e voltei para o hotel. Cheguei de volta no hotel só as 9:30 e fui direto para o SPA, onde passei um tempo relaxando antes de ir para o meu quarto e dormir.




















1 comment:

  1. WOWOWOWOWOOOOOOWW que dia mara Fran!!! AMEI as fotos! Cada coisa, a Oktoberfest japonesa é highlight!!! Nossa, terminar um dia desses no SPA Japonês é tudooo! Já traçei meu plano. Quando eu for ao Japão eu vou refazer os seus passos de acordo com as coordenadas do blog. AAAAATHOOOOOOROOOOOOOO!!!!!

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