Ainda precisava comprar uma máquina fotográfica nova. Tinha olhado na internet e visto que havia uma outra Fnac em Champs Elysees, então peguei o metrô até lá. Quando cheguei na Fnac, olhei as minhas opções, que eram diferentes do que as do dia anterior, e então desci para seu outro andar para poder usar os computadores e pesquisar qual seria a melhor compra. Fiquei muito tempo no computador, visitei dezenas da sites diferentes, e acabei ficando entre duas. Duas Canons, e do mesmo preço. Não sei o que fez eu escolher a que escolhi, mas no final não mudaria muita coisa. Certamente é uma boa máquina e eu não posso reclamar, mas saí da loja senti do falta da minha máquina original. Como tinha acabado de tirar da caixa, ela não estava com muita bateria, mas consegui tirar algumas fotos dos meus passeios. Passei o resto do dia andando pela cidade. Como estava em Champs Elysees, comecei indo até o Arco do Triunfo, que é bonito, mais do que eu esperava/lembrava. Então, já que estava perto, fui até a Torre Eyfel. Ao redor da torre haviam dezenas da homens vendendo miniaturas da torre. Eram todas iguais, e eles estavam por toda a parte. Será que dá para viver com isso? Não vi ninguém comprando nada. Haviam duas filas, uma para subir com elevadores, e outra para subir de escadas. A fila dos eles adores estava enorme, e nas escadas não havia quse ninguém. Era engraçado. Como estava com pouca bateria, decidi que se for subir na torre, farei isso algum outro dia, para poder tirar algumas fotos.
Depois de andar por volta da torre, continuei andando e comecei a procurar por algum lugar para almoçar. Acabei achando uma rua calma onde haviam varias opções, e entrei onde eu achei melhor. Pedi um prato que gosto, e que estava bom, mas havia um ingrediente diferente que não me agradou muito. O acompanhamento por outro lado estava muito bom. Comi, pedi a conta, e fiquei esperando por um tempão para alguém vir cobrar meu cartão, mas ninguém veio, então levantei e fui até o caixa. Foi mais barato do que eu estava esperando, então fiquei feliz. Uma pessoa que conheço estava na cidade até a manhã seguinte, e eu tinha mencionado de me encontrar com ele. Ele havia me dado seu celular, mas sem querer marquei o número errado, então não consegui falar com ele. Ele havia mencionado porém onde iria estar mais tarde, então decidi que iria tentar encontrá-lo. No meio tempo, continuei passeando. Fui até o Musée d'Orsay, para ver até que horas ele ficava aberto geralmente, e quanto custava, e depois fui ao Jeu de Paume, para ver o mesmo. Claro que poderia fazer isso pela internet, mas já que estava lá, e um era perto do outro, não custava nada. Atravessei o Jardin des Tuileries, que é bonito, e que no verão deve ser lindo. Quando saí do outro lado, comecei a andar em uma direção mas um policial me parou e me mandou para o outro lado. Andei com calma para lado que ele me mandou, sem fazer perguntas, e ele me mandou acelerar. Não entendi o que estava acontecendo, mas a rua estava fechada e haviam vários policiais e carros de polícia. Haviam algumas pessoas observando de longe, mas não havia o que ver, e eu não perguntei para ninguém o que estava acontecendo.
Precisava descobrir exatamente o endereço de onde iria encontrar meu conhecido mais tarde, então decidi andar até a loja da Apple que estive outro dia, para poder usar a internet. Cheguei lá rapidamente, e peguei o endereço que precisava. Não era muito perto, mas como eu tinha tempo, decidi andar até lá. Fui andando com calma, para chegar na hora certa, mas não passei por nada interessante no caminho, era uma área um pouco sem graça. O nome da pessoa que estava indo encontrar é Rui, um português amigo da minha família, que é dono de uma galeria em Lisboa. Estava indo encontrar ele em uma galeria da cidade, onde aconteceria a vernissage de uma exposição de uma artista portuguesa chamada Paula Rego. Cheguei na galeria antes dele, e antes de qualquer um dos convidados. Vi a exposição, que estava bem bonita, e aos poucos a galeria foi enchendo. Um pouco mais tarde avistei o Rui e sua mãe, e fui dizer oi. Passamos um tempo conversando, e depois mais gente chegou para conversar com ele. Como eu não conhecia mais ninguém lá, e já tinha visto a exposição, resolvi ir embora. O Rui tinha planos, e eu não queria me impor. Foi um encontro rápido, mas foi bom encontrar ele, e acabei vendo uma boa exposição.
Antes de ir para o hotel comprei um sanduíche para comer mais tarde. Lá consegui gastar quase todas as moedas que tinham sobrado comigo, e fiquei aliviado. Para chegar no hotel tive que pegar três metrôs, mas não demorou muito. De volta no hotel percebi que uma das pessoas que o Rui havia me apresentado era a artista. Não tinha percebido isso na hora, e tenho medo de não ter sido muito simpático. Usei a internet, comi meu sanduíche, escrevi para o blog, e então li meu livro antes de dormir.









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