Entrei no único restaurante que eu acabei encontrando, e comi bem, mas a porção do prato não era tão grande considerando o preço que eu paguei. Quando saí de lá conto Wii passeado pela cidade alta. Fui até o Dolac Market, um mercado ao céu aberto de comida que acontece todos os dias, e provavelmente de onde vem a comida do restaurante onde comi. Quando cheguei já estava meio que acabando, mas ainda dava para ter uma idéia de tudo. Logo ao lado cheguei na Cathedral of the Assumption of the Blessed Virgin Mary, uma catedral neo-gótica e a principal da cidade. Estava tirando umas fotos antes de entrar quando chegou um homem e me perguntou se eu me importava em responder uma pesquisa sobre turismo na cidade. Disse que tudo bem, e passei uns dez minutos respondendo tudo que ele me perguntou. Ele era simpático, e mesmo não tendo ficado muito empolgado com a cidade até aquele momento, disse boas coisas. Entrei então na catedral e dei uma volta rápida, já que não era tão grande nem muito espetacular. De lá fui descendo, e chegando de volta na praça principal fui até uma barraca que tinha visto antes que estava vendendo uma espécie de bolinho de chuva. Não resisti e comprei uma porção, que fui comendo enquando passeava pela cidade. Estavam bem gostosos, e assim que acabei passei em frente de um supermercado. Fui obrigado a entrar e comprar uma garrafa d'água para combater a sedo que os bolinhos tinham criado. Continuei passeando pela cidade, seguindo um caminho que o mapa da cidade sugeria, mas não passei por nada muito legal. Realmente Zagreb não me impressionou.
Chegando de volta perto da estação de trem dei uma passada no jardim botânico da cidade, que é agradavel, mas nada de especial, e então continuei até a estação de trem. Meu plano para o final da tarde era visitar o museu de arte contemporânea da cidade, que fica em uma parte da cidade chamada Novi Zagreb, longe do centro, e para chegar lá teria que pegar um bonde. Comprei dois bilhetes para o bonde, um para ir e outro para voltar, e entrei no próximo que chegou. O museu ficava na última parada do bonde, o que demorou uns vinte minutos. Sempre fico torcendo para aparecer alguém para checar as passagens desses bondes, já que sempre compro, mas nunca ninguém aparece. Seria uma economia andar de graça nesses transportes públicos que não checam quem pagou e quem não pagou. O MSU, museu de arte contemporânea, abriu em 2009 em um grande prédio do arquiteto local Igor Franić, e é ótimo! A coleção é muito boa, provando que se faz boa arte em qualquer lugar do mundo, e o espaço é ótimo. Fiquei no museu até o final do dia, e aproveitei bastante. Quando saí já estava de noite, e na hora do jantar. Logo em frente do museu ficava um enorme shopping onde tinha um cinema da mesma rede do que tinha ido no dia anterior, então resolvi ir até lá. Se tivesse algo bom passando, iria no cinema, e se não, aproveitaria para jantar. Fui direto para o cinema, mas o único filme que eu veria só começava em quase duas horas, o que seria tarde demais, então desisiti de ir ao cinema. Em frente ficava uma livraria, que eu entrei e acabei encontrando um livro que não esperava encontrar. Comprei o livro, e foi mais barato do que estava marcando, o que foi ótimo. Quando fui comer fiquei chocado em não encontrar nada. Era um shopping grande, e não tinha nenhum restaurante, apenas dois bares e um café. Onde as pessoas comem nessa cidade? No final comprei um sanduíche e um saco de batatas no supermercado, e peguei o bonde de volta para o hotel. O bonde parou quase em frente do meu hotel, omde eu comi meu sanduíche, usei a internet, escrevi para o blog, e li meu livro.










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