Wednesday, May 16, 2012

Copenhague - Dia 6.

Tinha ido dormir um pouco mais cedo na noite anterior, então dormi um pouco mais, mas acordei no mesmo horário que nos outros dias, para ler. Planejava acabr meu livro hoje, então tinha que dar uma última adiantada. Li o suficiente, e depois de usar um pouco de internet, tomei um banho. Saí do hotel exatamente na hora que planejava. Tinha que aproveitar o dia hoje para visitar os últimos museus que ainda queria ver na cidade. Comecei andando até o Danish Museum of Design. Era uma boa andada do meu hotel, mas ótima para fazer de manhã. Especialmente hoje, que estava um dia bonito, o primeiro que eu saí sem o guarda-chuva. Chegando no museu fiquei feliz de conseguir entrar de graça. Minha carteira de estudante venceu há quase dois meses, mas até agora tudo que dava descontos para estudantes eu consegui aproveitar. Mesmo quando percebem que ela venceu eu dou uma enrolado. Este museu era de graça para estudantes, e mais uma vez consegui este privilegio, o que foi ótimo.

Mas o museu não era bem o que eu esperava. A começar pelo prédio onde o museu ficava. Esperava um museu de design ficar em um moderno prédio bonito, e não era bem isso. Era um prédio bonito, mas antigo. Já a coleção em sí realmente não era o que esperava. Queria ver lindos e práticos disigns dinamarqueses, e não antigas porcelanas da China, obejetos do Japão feudal, e ouras coisas do gênero. Comecei a ficar bem entediado, e mais uma vez fiquei feliz de ter entrado de graça. Não que a coleção não era bonita, mas eram coisas que já cansei de ver. Porém, pouco a pouco as coisas foram melhorando, e a parte final do museu era dedicada finalmente para design dinamarquês do começo do século passado até os dias de hoje. Aqui sim eu fiquei mais animado, e era tudo muito bonito. No final foi uma ótima visita.

Saindo deste museu me aprecei para o Statens Museum for Kunst, a National Gallery da Dinamarca, que ficava dentro do um parque. Quando cheguei lá vi que o museu era muito maior do que eu esperava, e percebi que não teria tempo o suficiente para ver tudo. Ele fechava relativamente cedo, o que era um pouco irritante, mas pelo menos era de graça (para todos). Deveria ter começado por esse museu, e passado quanto tempo eu quisesse, já que tinha muito para ver. Mas minha lógica de começar pelo museu de design era que como eu esperava ter que pagar pela minha entrada, deveria aproveitar peloque pagasse. Além de não esperar este museu ser tão grande. Achei ele o melhor que visitei na cidade, e ele não está nem no mapa da cidade. Ridículo. Teria que ser ligeiro para ver todo o museu. Comecei vendo sua coleção de arte européia dos anos 1300 - 1800, que era linda, e então visitei a ala para obras da Escandinávia, que também tinha ótimos artistas. Sempre fico mais animado com os artistas que já conheço e respeito, mas haviam ótimas obras da Dinamarca de artistas que não conhecia. Tendo visto tudo isso, mal tive dez minutos para ver a área de arte moderna, que eu nem esperava que existia, e que era muito mais bonita do que eu poderia esperar. Fiquei triste de não poder aproveitar de verdade e ver tudo, mas pelo menos é mais uma desculpa para eu voltar para Copenhague.

Quando o museu fechou e eu fui mandado embora ainda haviam algumas horas para o jantar. Não havia muito mais para fazer além de passear. Comecei dando uma volta pelo parque onde ficava o museu, e ele era grande e lindo. Dei uma grande volta com calma, e isso demorou quase uma hora. De lá dei uma volta rápida pelo King's Garden, que estava perto e que eu já tinha visitado. De lá como também estava bem perto, fui até o Danish Film Institute. Depois de dar uma volta pela loja deles percebi que ele tinha outros andares dos quais eu não sabia da existência. Subi, e lá ficava uma biblioteca e videoteca de cinema. Deveria ter descoberto isso antes, já que teria aproveitado bastante, mas pelo menos tive um tempo agora de conhecer este ótimo lugar. Depois de dar uma volta pela biblioteca toda, me sentei e fiquei lendo uma matéria em uma revista. Só saí de lá quando eles fecharam, bem na hora que acabei com a matéria.

Já tinha decidido de que iria jantar na hamburqueria que tinha ido no primeiro dia, então fui andando até lá. Quando cheguei, entrei e me sentei em uma mesa vazia. Mas então vieram me avisar de que a mesa estava ocupada, e eu teria que esperar um pouco. Dei meu nome e fui dar uma volta. O bairro em que fica a há burguesia é suoer legal, mas a essa hora já estava tudo fechado, então fiquei apenas andando para dar um tempo. Voltei na hora que deveria e desta vez sentei de verdade. Pedi o mesmo que da última vez, e desta vez me recusei de usar gaarfo e faca. Foi difícil, e fiz uma bagunça, mas consegui. Nestas horas é bom estar sozinho e não ligar para os outros, mas não é bom ter uma grande barba. Mesmo tendo pedido a mesma coisa que da última vez, foi mais caro. Tenho a impressão de que me deram um desconto da última vez que estive lá. A não ser que eles cobrem mais barato no almoço. Tendo jantado, voltei para o hotel onde escrevi meus cartões postais, escrevi para o blog, usei a internet, e arrumei todas as minhas coisas. Antes de dormir, como planejava, acabei de ler meu livro. Estava lendo "The Adventures of Huckleberry Finn", do Mark Twain. Escolhi ler este livro por ele estar entre os cinco melhores livros já escritos em uma lista que eu uso para escolher o que ler. O livro se trata exatamente do que o título diz, e é realmente bom. Não é um dos meus preferidos, mas eu consigo entender o porquê da sua importância. Fui dormir logo depois de acabar de ler.














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