Sunday, May 27, 2012

Oslo - Dia 5.

Hoje, sem ninguém tendo que acordar para ir embora, acordei menos, e portanto dormi melhor. Como no dia anterior, acordei e não havia muito sol entrando pela janela. Mas desta vez o horário estava certo. Achei curioso, e quando fui ver se estava nublado, vi que na verdade o canadense tinha conseguido abaixar uma espécie de cobertura da janela que bloqueava o sol. Ótimo. Quando levantei para ir tomar café ele ainda estava no quarto, mas estava dormindo. Desci, comi, e ele não desceu. Quando voltei para o quarto ele já estava acordado, mas já estava tarde demais para tomar café. Fui tomar um banho, me arrumei, e desci para usar a internet. Além de usar a internet eu tive que escrever para o blog, algo que não tinha feito na noite anterior por ter chagado tarde no hotel. Não tinha nem usado a internet no dia anterior. Então acabei saindo mais tarde do hotel hoje do que nos outros dias. Também como no dia anterior, a primeira coisa que fui fazer foi comprar um ingresso para o cinema. Não na cinemateca, mas em um cinema comum. Cheguei lá, e quando fui pagar me avisaram que só aceitavam cartões da Noruega. Eu estava sem dinheiro, então tive que sair e sacar dinheiro. Por sorte bem perto havia um banco, então não deu muito trabalho. Voltei então para o cinema e comprei meu ingresso.

De lá fui andando até o museu onde planejava passar a tarde, o Munch Museum. Par chegar lá passei por um bairro de cidade relativamente mais pobre e feio que o resto da cidade, que era cheio de imigrantes. Não era muito perto, mas eu não demorei muito para chegar lá. Edvard Munch é o artista mais conhecido da Noruega, e ao falecer nos anos 40 doou toda sua obra para a cidade de Oslo. Depois de comprar minha entrada e entrar, comecei em uma sala onde estava um homem tocando uma sanfona para um pequeno público. Escutei apenas duas músicas, mas cada uma delas era enorme, então até que passei um bom tempo lá. Em seguida, em uma outra sala, vi parte de um filme sobre a vida do artista, e aprendi um pouco. Mas o museu era bem menor do que eu esperava, o que foi um pouco sem graça. Haviam ótimas obras, e o trabalho dele é muito bom, mas eu esperava ver mais. E não é nem por falta de materia. Se eles exibissem toda a coleção, seria um museu bem maior, e bem mais interessante. Pelo menos para um turista. No final havia uma parte para o público produzir trabalhos baseados em obras do Munch, e expor o que fizeram. Era simples, mas eu fiz uma. Até que ficou legal. Mesmo com o tempo que vi o sanfonista, vi o filme, e fiz um pouco de arte, não fiquei muito no museu.

Tinha um tempo para gastar antes de ter que voltar para o centro. Por sorte, o museu ficava no meio de um parque, e bem do lado estava o jardim botânico da cidade. Fui dar uma volta por lá. Era um jardim bem bonito, e com mais um dia lindo, foi um passeio gostoso. Me sentei uma hora em um banco e percebi que os meus pés estavam com uma espécie de alergia. Ao perceber, ela piorou. Com o passar do tempo a alergia diminuiu, mas não sumiu. Mas nãp deve ser nada de mais. Cheguei então em uma parte do parque onde estavam bastantante gente tomamdo sol, e eu até reconheci pessoas que tinha visto no dia anterior no Vigenland Park. Não pela suas caras, mas sim por suas tatuagens. Depois de passear pelo parque e pelo jardim, fui voltando com calma até o centro da cidade, que estava bem cheio por conta do jogo de futebol de hoje. Além de ser sábado, claro. Tinha que passar no hotel para pegar meus óculos 3D, e aproveitei para ir no banheiro e relaxar um pouco.

Fui então para o cinema, onde vi "Men in Black 3". Sou super fã do primeiro filme, que vi inúmeras vezes. Mal me lembro do segundo, mas lembro de vê-lo no cinema com o meu pai. Estava ansioso para este terceiro, masmorra sabendo que nãp seria nada de especial. Foi certamente divertido, mas tem vários problemas. Mais tarde, pensando sobre o filme durante o jantar, fiquei com raiva de alguns problemas de roteiro. Mas tudo bem. Estava com bastante fome, e hoje eu precisava comer comida de verdade. Estava cansado de sanduíches. Fui andando até o grande shopping no porto, onde sabia que haviam vários restaurantes, e acabei comendo em um italiano. Foi gostoso, e de lá voltei para o hotel, onde fiquei na internet e escrevi para o blog. Quando subi para o quarto todos já estavam lá, com as luzes apagadas e prontos par dormir. Tive que me arrumar silenciosamente, e quando saí do banheiro todas as luzes já estavam apagadas. Não estava tarde, então eu liguei minha luz de cabeceira (que iluminou quase o quarto todo), e li por uma hora antes de dormir.

















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