Tinha que acordar cedo para pegar o metrô esta manhã, e não teria tempo de tomar café. Tive um bando de sonhos malucos, mas ao acordar logo esqueci o que eles eram. Melhor assim. Fiquei um pouco aliviado ao acordar, e fui logo fazer o que ue precisava antes de de sair. Usei a internet rapidamente, e então tomei um banho rápido e me arrumei. Saído hotel um pouco depois do que eu planejava, mas só um pouco, então isso não fez diferença nenhuma. Fui andando para a estação de trem, e chegando lá fui logo para a plataforma de onde meu trem sairia. Ainda faltava quase meia hora, mas eu fiquei lá, em pé, esperando. Assim que ele chegou em embarquei. Meu lugar era a última cadeira do último vagão, e do meu lado havia uma senhora que cheirava muito forte à cigarros. Por sorte, esta senhora estava no lugar errado, e se musuo quando a pessoa certa chegou. Mas mesmo esta saltou na primeira parada que o trem fez, então eu passei basicamente a viagem toda sozinho. Fui uma viagem longa, mas passou rápida. Comecei lendo, mas estava cansado demais, então parei e comecei a escutar música e tirei um cochilo. Quando acordei, voltei a ler, mas antes de chagar ainda fiz mais uma pausa para escutar um pouco de música.
Chegando em Oslo, depois de pegar marcar meus próximos trens e pegar um mapa da cidade, fui andando para o meu hotel. Pelos primeira vez na viagem, e primeira vez na minha vida, vou ficar em um Hostel, um albergue. Não podia fazer uma viagem como a minha sem ter a experiência de ficar em um albergue, mas o que realmente me fez escolher este lugar foram os preços absurdos dos hotéis em Oslo. Estava um pouco nervoso de ficar no albergue, mas este é mais um hotel do que um albergue comum. De qualquer modo divido o meu quarto com mais três pessoas. Depois de fazer o check-in, subi para o meu quarto. Quando entrei vi que uma das camas estava desarrumada, e havia uma mala no quarto, mas só isso. A porta do banheiro estava fechada e a luz estava acesa, o que me fez pensar que havia alguém lá, mas na verdade não havia ninguém. Minha cama é a de cima em um beliche. Me sentei lá e comecei a ler os guia de Oslo que tinha pegado na central de turismo. Logo mais chegou alguém no quarto - não o dono da mala, mas alguém novo, como eu. Ele se apresentou e nós começamos a conversar. Max, da Holanda, um cara legal. Pouco depois o dono da mala chegou, mas depois de trocar sua calça por um shorts, logo saiu. Pelo pouco que falei com ele, era parecia bem legal. Os dois são mais velhos do que eu, mas não muito mais. De qualquer modo me senti um pouco como uma criança.
Mencionei então que iria descer para usar a internet, e o Max desovei vir comigo. Mais tarde, quando mencionei que iria sair e passear pela cidade, o Max mais uma vez resolveu vir comigo, assim "iríamos nos divetir mais". Mesmo ele sendo legal, preferia sair sozinho, mas disse que tudo bem. Começamos indo até a moderna e linda Ópera da cidade, de frente para a água. Do modo que ela é projetada, é possível subir nela, e muios estavam tomando sol e aproveitando o lindo dia que estava. Infelizmente esqueci de trazer minha câmera, então não tenho fotos do dia de hoje. Subimos até o topo da ópera e ficamos bastante conversando sobre um pouco de tudo, mas principalmente sobre a minha viagem. Quando resolvemos descer, começamos a andar pela cidade, sem rumo, para explorar um pouco. A cidade é suer bonita, e vimos várias coisas legais. Acabamos o passeio quando chegamos no palácio real, omde nos sentamos no gramado e passamos mais um tempo conversando. Havia bastante gente tomando sol por lá, e até fazendo "churrasco" em mini-churrasqueiras. Todos aproveitando.
Eu não tinha comido o dia todo, e o Max disse que na Holanda se jantava cedo, entãp fomos procurar o que comer. Passamos por vários lugares, mas que eram todos caros. Caro por caro, acabamos nos sentando em um restaurante qualquer. Nos trouxeram os cardápios, e depois de olhar tudo com calma, decidimos não ficar lá. Como estávamos sentados do lado de fora, foi fácil ir embora. No final acabamos comendo em um Fast-Food qualquer chamado Max Burger, como ele. Não era nada de mais, mas ficamos cheios, e foi bem mais barato do que qualquer outro lugar. Nãp era onde eu teria comido se estivesse sozinho, mas eu odeio escolher para os outros, e não estou acostumado a ter companhia. Quando ele perguntou o que poderíamos fazer em seguida, disse que iria voltar para o hotel já que tinha que usar a internet. Foi o que fizemos. Desci para usar a internet e ele veio comigo, e também usou a internet por um tempo. Mas de noite é o meu horário de ficar na internet, e costumo passar bastante nisso.
Comecei a perceber que o Max só estava lá porque eu estava lá, mas eu ignorei esse fato, e depois de uma hora e pouco ele foi embora. Mas então ele logo voltou, com um livro, leu um pouco, e voltou a não fazer nada, e mexer no celular. Não estava a fim de conversar mais, e eu podia ver que ele estava entediado, mas o que eu poderia fazer? No meio tempo o nosso outro colega de quarto apareceu por lá, mas não falou com nenhum de nós. Continuei quieto na internet, e então passei mais um bom tempo escrevendo para o blog. Depois de estar lá por uma duas horas, resolvi subir para o quarto. Quem subiu primeiro logo depois de mim foi o menino da Califórnia, um estudante de arquitetura que está estudando em Colenhague. Começamos a conversar e ele era bem legal, mais interessante e educado (academicamente) que o Max, que logo mais já tinha subido para o quarto. Enquanto estávamos lá, entrou no quarto um indiano velho que nenhum de nós ainda tinha visto, pegou a mala que até agora imaginava ser do californiano, e foi embora. Ficamos todos conversando um pouco mais, mas eu tive que descer mais uma vez, e deixei os dois no quarto. Quando voltei eles logo foram dormir, mas eu continuei acordado e li por mais de uma hora antes de deitar para dormir.
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